Em cartão-postal emocionado, João Estrella relata ao pequeno
João Guilherme sua chegada ao México para a Copa de 70,
mostrando todo seu orgulho do filho mais velho e do Brasil.






No time de futebol de João Estrella (agachado, ao centro) e seus colegas do
Banco Nacional, João Guilherme (agachado à direita) já tinha vaga aos 11 anos.






Deixando para trás os tempos de estudante fanfarrão, João Estrella inicia sua carreira brilhante no “banco do guarda-chuva”.





Família reunida na casa da avó materna de João Guilherme,
na vila em Botafogo onde seus pais cresceram e se conheceram.






Já com seis anos, nas águas translúcidas da Lagoa de Marapendi, ele se diverte com o choro do irmão mais novo André.






Aos 22 anos, num dos shows da banda Prisma,
da qual era vocalista principal.






João de frente para a tão desejada liberdade, na imensa “highway” formada pelo recuo da maré, entre Arraial d’Ajuda e Trancoso.







João Guilherme pouco antes de sua prisão, no auge do tráfico (1995). João recém-libertado, limpo
de álcool e de drogas (1998).






Na capa do jornal do manicômio judiciário, a sátira à montanha de remédios dados aos presos.






O trecho da sentença em que a juíza Marilena Soares
livra João da acusação de formação de quadrilha.






Cartão de Natal da juíza Marilena a seu condenado, João Guilherme,
em que aposta na regeneração dele citando a escritora Marguerite Yourcenar
(dezembro de 96).





Livre outra vez: João “surfa” ao vento gelado da Patagônia.






João Guilherme confraterniza com os garçons João e Lacerda,
do Hipódromo, no Baixo Gávea: nos tempos de barão e de plebeu,
a mesma amizade.